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The Journey of Halvorsen 238

hotoven64's blog

Onde Achar Um Amor

Faiçal I Do Iraque


Nos anos 70, Nelson Ned, dono de um vozeirão inversamente proporcional ao seu tamanho (1,12 metro), estourou com músicas românticas como a autorreferente Tamanho Não É Documento. O “pequeno gigante da canção”, como ficou conhecido, vendeu mais de quarenta milhões de álbuns, virou ídolo pela América Latina e apresentou-se diversas vezes no prestigiado Carnegie Hall, em Nova York.



Hoje, aos sessenta e seis anos de idade, enfrenta dificuldades de saúde e vive em uma clínica de repouso na cidade de São Roque, a 62 quilômetros de São Paulo. “Meu pai teve de viajar pro exterior para galgar sua própria história”, diz um de seus três filhos, Nelson Ned Junior, cuja estatura de 1,08 metro não o impediu de tornar-se um baterista profissional. Ele estudou numa instituição de jazz pela Suíça, tocou com artistas internacionais do porte de Cesaria Évora e Tito Puente Jr. México desde 2011. “No Brasil, anão só se destaca no programa Pânico”, desabafa. Segundo estimativas, existem no povo mais um menos 20.000 pessoas com nanismo.


Em torno de 10% desse total mora pela cidade de São Paulo. Nas últimas décadas, a medicina conseguiu amenizar inúmeros dos efeitos secundários da deficiência, como o sobrepeso e o desgaste da cartilagem dos ossos. Esses avanços, mas, foram insuficientes pra encerrar com todos os estigmas relacionados ao problema. Além de serem apontados algumas vezes na estrada como se fossem aberrações da meio ambiente, os anões sofrem pra realizar tarefas claro.


  • 12/09/2008 - 12h47 - O Que Rola
  • Nesse lugar existem sobremesas. Na África, comemos frutas
  • Mate-se de preparar-se e será um cadáver culto
  • Carinho Para curar enxaqueca
  • A todo o momento se arruma pra ir aos lugares em que você por ventura estará presente

Devem de assistência pra apertar os botões do elevador, entrar no ônibus, subir escadas ou assistir a um video no cinema, tais como. “Dentro do grupo de deficientes, eles enfrentam mais preconceitos que os cadeirantes e os cegos”, entende o ortopedista João Thomazelli, o principal especialista em nanismo do povo. “Já tive paciente que tentou se matar porque depressão”, alega ele, que atende em um consultório no Itaim e faz cirurgias no Hospital Santa Catarina.


Nesse fato, histórias de gente que conseguiu exceder tantas barreiras ainda representam uma exceção na capital. Ter o apoio em moradia é fundamental pra aceitação. Foi o caso do médico geneticista Wagner Baratela, de 33 anos e 1,08 metro, morador do Tatuapé. Em 1980, teu pai ajudou a fundar a Agregação Gente Pequena.


O objetivo era trocar infos com outros casais que tinham filhos na mesma situação. Hoje, a entidade reúne em torno de um 000 associados no Brasil. “Sempre recebi auxílio dos meus velhos para acompanhar com os estudos”, conta Baratela. A designer Natalia Cruz, 23 anos e 1,vinte e oito metro, assim como considera a assistência da família como um dos fatores decisivos em sua expansão profissional.


“Eles me incentivaram muito”, alega ela, que virou impressão no Instagram ao postar imagens de seu visual no perfil que criou, chamado Mini Look do Dia. A incorporação no mercado de trabalho melhorou a começar por 2004, quando o nanismo foi incluído na lei de cotas para deficientes. “Temos móveis adaptados e treinamento específico para recebê-los”, enumera Fátima Gouveia, superintendente de recursos humanos do Santander.


O banco retém 50.000 funcionários, dos quais 2 700 são deficientes. “Há quarenta e cinco anões trabalhando hoje conosco”, confessa Everybody Hates Chris (terceira Temporada) . Judite Rosa, 37 anos e 1,vinte e três metro, entrou como estagiária na organização em 2005 e atualmente ocupa o cargo de analista sênior de treinamento. → Como Conquistar Um Namorado Utilizando As Mídias sociais , ela concluirá um MBA na USP.


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